Trancado dentro de mim mesmo a sete chaves
as grades da mágoa e da ilusão
me prendem num cubículo perfeito.
Visita íntima?
Só da dor que vem ao meu encontro,
que me enche de encanto quando ouço o canto dos pássaros
e quando vejo o brilho do sol, da lua como que essa solidão um dia chegaria ao fim.
Fantasias rabiscadas nas paredes do desencanto
Palavras de amor mortas ao relento no papel eu fiz.
Inútil aprendiz.
Ainda teimo em me encontrar
refúgio em sorrisos amarelos,
que sempre se vão como os pássaros,
livres.
Preso e condenado.
Pra sempre (?)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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