segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

overdose

Bate o sino dá meia noite,
o vento que corre afoito assopra gelado o novo dia que chegou.

Quem está se importando para as horas?
A missa começa às 7, o patrão me espera às 8, e o futebol começa às 4.

Qual é a hora da morte?
Quando começa a transmissão, o seu sermão e o tormento?

Tenho pressa.
Chuva chovendo. Corro.

Espero a alvorada sem sino, sem sina.

Cuiabá sob meus pés no mirante do meu sonho.
É cinco e meia da manhã.

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